A COP 30, realizada em Belém-PA, terminou sem alcançar pontos importantes para o cuidado ambiental. Um dos pontos ruins foi a ausência de acordos bilaterais que permitissem ao Brasil participar dos mercados regulados globais de carbono. O País não assinou nenhum memorando de entendimento para viabilizar o uso de créditos brasileiros em mercados regulados. Também não houve avanço nas chamadas cartas de ajuste correspondente, exigidas para transações internacionais fora do mercado voluntário.
Entre alguns dos bons resultados, o lançamento do ARPA Comunidades, Programa Áreas Protegidas da Amazônia focado em fortalecer as comunidades locais em unidades de conservação de uso sustentável na Amazônia. A iniciativa teve incentivo de João Paulo Capobianco, secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e presidente do Instituto Democracia e Sustentabilidade.
O ambientalista participa dia 05 de dezembro do evento “COP 30 – Balanço e perspectivas futuras”, a partir das 15h, no Auditório Ruy Barbosa Nogueira da Faculdade de Direito da USP. O evento será coordenado pela professora Ana Maria Nusdeo, docente de Direito Ambiental na FDUSP, que fará a mediação dos trabalhos.
O encontro reúne o professor Daniel Damásio, Direito Internacional da FDUSP, especialista na questão ambiental, e a jornalista Liuca Yonaha.
Presencial no Auditório Ruy Barbosa Nogueira: 2º andar do Prédio Histórico. Largo São Francisco, 95, Centro-SP. On-line: no Gogle Meet: UIV-WQPK-BXF
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