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"É preciso unir esse país em torno da Educação, porque não há outro caminho, para um país democrático, um país soberano", Camilo Santana, em evento na FDUSP

Ministro da Educação participou do seminário “Juventude no Ensino Superior no Brasil: Desafios e Prioridades”

 

Edição: Kaco Bovi

 

Os desafios do ensino superior no Brasil, em todas as suas origens e questões, estiveram em debate na Faculdade de Direito da USP, em evento com o ministro da Educação, Camilo Santana, e representantes de entidades educacionais. A mesa foi composta pelo diretor da FDUSP, Celso Campilongo; o presidente da Câmara de Educação Superior do CNE, professor Otávio Luiz Rodrigues Jr., a presidente do Centro Acadêmico XI de Agosto, Julia Wong, a presidente da UNE, Bianca Borges, o presidente da UEE, Wesley Gabriel, o deputado federal Orlando Silva; a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt; o ex-presidente do CNE, Luiz Curi; o professor Heleno Torres; e o presidente da Associação dos Antigos Alunos, Rui Caminha.

Além da preocupação com o ensino (não somente do Direito) foi apresentado ao ministro da Educação uma minuta de projeto de lei com diretrizes para a Lei do Estágio. A entrega foi feita por Julia Wong e a proposta deve ser encaminhada ao Congresso por um grupo de parlamentares, por intermédio de Orlando Silva.

Ao abrir os trabalhos, Campilongo ressaltou o orgulho e a satisfação para a FDUSP em receber o ministro. Observou que o evento foi organizado por Rodrigues Jr. e Julia Wong. “Primeiro quero fazer um grande agradecimento à presença do ministro Camilo Santana no Largo de São Francisco, neste período tão próximo dos nossos 200 anos (em 2027). E depois de um desgoverno enorme (governo Bolsonaro) que mal olhava para Educação; ou melhor, a boicotava”, assinalou. Em seguida, o diretor saudou alguns dos presentes. Dentre os quais, o vice-diretor eleito, professor Ronaldo Macedo; e os docentes Antonio Carlos Morato e Eneas Matos, entre outros, bem como alunos e representantes de outras instituições.

Santana, que desceu ao Porão do XI (espaço dedicado aos alunos) e assinou a parede no local, iniciou sua fala ressaltando que o olhar para a Educação deve ser de qualidade na aprendizagem, para a permanência, mas também de equidade e de inclusão. “A gente sabe a desigualdade entre negros e brancos nesse país, entre ricos e pobres. E não foi por acaso que eu convidei a Kátia para ser a secretária. Porque acho que ainda existe um preconceito muito grande nesse país, principalmente com mulheres e mais ainda com negras e negros”, disse.

Ao saudar o XI de Agosto, Camilo disse ter sido presidente do Centro Acadêmico de seu curso de engenheiro agrônomo e se envolveu no movimento estudantil. Falou se sua origem cearense, onde foi governador, observando os problemas que ele enfrentou no Estado, para fazer com que a Educação atingisse bons patamares.

Adiante relatou os problemas deixados pela gestão anterior no Brasil. E acrescentou: “A gente precisa unir esse país em torno da Educação, porque não há outro caminho, para um país democrático, um país soberano. É preciso garantir a oportunidade para as pessoas ingressarem no Ensino Superior”.

Rodrigues Jr. observou a necessidade de investir na juventude. “É a nossa força essa juventude, símbolo e da luta pela democracia”. E assinalou que hoje há um Ministério da Educação forte, que está tentando reconstruir as bases democráticas e de qualidade da Educação no Brasil. O docente disse que estaria ali também fazendo uma prestação de contas em nome do Conselho Nacional de Educação, presidido por César Calegari, e tendo a honra de dividir a presidência da Câmara de Educação Superior.

Entre algumas notícias anunciadas por ele, ponderou que o Conselho Nacional, nesta segunda-feira (29) terá uma cerimônia pública no MEC de aprovação das diretrizes curriculares nacionais da Medicina. “Uma transformação extremamente importante em um curso que estava sendo canibalizado, precarizado, destruído por uma atuação completamente desenfreada, de busca pelo lucro em detrimento da qualidade e em detrimento da saúde pública do povo brasileiro”, disse.

Orlando Silva afirmou que continuará trabalhando em iniciativas que rompa fronteiras, especialmente com o tema da era digital. “É preciso termos autonomia tecnológica e a nossa soberania digital”.” E relatou a necessidade de ter um estágio de qualidade em todas as áreas, como parte do processo de formação para o trabalho.

Wesley Gabriel chamou atenção para a importância do professor na formação do estudante. Bianca reforçou a necessidade de fortalecer os profissionais da Educação, “depois de um ciclo tão obscuro de destruição da Educação e de destruição das nossas universidades, do governo anterior”. “Isso é importante para construir um Brasil sem desigualdade social, com justiça,  autônomo e independente”.”

 

Assista. Reverbere: https://www.youtube.com/watch?v=ou_YCC9pfag

 

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