“O branco açúcar que adoçará meu café; Nesta manhã de Ipanema; Não foi produzido por mim; Nem surgiu dentro do açucareiro por milagre”, o trecho da poesia de Ferreira Gullar e outros de Carlos Drummond de Andrade, como a “A flor e a náusea”, deram tom ao discurso de posse de Marcus Orione Gonçalves Correia como desembargador no Tribunal Federal da 3ª Região. O professor, que também recentemente conquistou a titularidade na Faculdade de Direito da USP, no Departamento de Direito do Trabalho e da Seguridade Social, pautou sua posse por momentos de emoção.
“É um momento emocionante porque estou aqui por uma condição muito específica. Alcançaria essa vaga por uma certa via, que seria a aposentadoria de uma das desembargadoras, mas ela veio pela morte de um grande amigo, que é o Dr. Sérgio Nascimento”, disse, lembrando do amigo. “Espero fazer jus ao grande ser humano que o Sérgio Nascimento foi. Tento honrar o nome dele naquele gabinete”, acrescentou.
A cerimônia foi acompanhada pelo diretor da SanFran, Celso Campilongo. Entre os presentes da FDUSP estiveram ainda Jorge Luiz Souto Maior, André de Carvalho Ramos, Julia Lenzi Silva, Flávio Batista, Paulo Eduardo de Oliveira, Maurício Zanoide, Antonio Rodrigues Freitas Jr. e demais.
A sessão foi conduzida pelo presidente do TRF-3, desembargador federal Carlos Muta, na sede do Tribunal e pode ser conferida pelo canal do Tribunal no Youtube.
Orione foi promovido pelo critério de antiguidade em vaga decorrente do falecimento do desembargador federal Sérgio Nascimento. A ocasião foi marcada também pela posse de Ana Iucker de Oliveira, promovida pelo critério de merecimento, em vaga decorrente da aposentadoria da desembargadora federal Marli Ferreira.
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