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Biblioteca - 200 anos
Biblioteca - 200 anos

"Ter uma sociedade menos excludente é o grande trabalho a ser feito", diz Maria Paula Dallari, sobre a importância dos 200 anos da Biblioteca

Em entrevista ao Portal da FDUSP, a docente abordou principalmente artigo que escreveu para o livro do bicentenário

 

O compromisso da professora Maria Paula Dallari Bucci com os direitos sociais, os Direitos Humanos e, claro, a Educação extrapola os bancos da Faculdade de Direito da USP. incentivadora da boa leitura e de provocar nos alunos o senso crítico, a docente do Departamento de Direito do Estado da FDUSP escreveu artigo, em coautoria do doutorando Lucas Módulo, para o livro que marca os 200 anos da Biblioteca da Faculdade, completados neste 2025. No texto, trabalha uma das aflições da sociedade que é a necessidade de combate ao racismo.

Tendo este foco, em entrevista ao portal da Faculdade fala sobre o papel da Biblioteca. Abordou a questão da luta pelo Estado de Direito e pela Soberania Nacional e acerca do trabalho desenvolvido pelo professor Dalmo de Abreu Dallari, seu pai, em prol da defesa da humanidade. O artigo desenvolvido por eles se pautou no trabalho de Guerreiro Ramos.

“Ter uma sociedade menos excludente, menos discriminatória, é o grande trabalho a ser feito”, disse, ao assinalar que as instituições jurídicas ainda são extremamente discriminatórias.

De acordo com Maria Paula, são muitos os problemas da sociedade brasileira e é preciso ter um espaço de reflexão na biblioteca onde as pessoas vão buscar contribuir diretamente com a solução desses problemas.

Outro ponto por ela tratado está nos desafios do mundo digital. A biblioteca não é mais só o prédio e seus livros. “Ela é toda essa organização de informações disponíveis. E isso não significa que o espaço físico vai deixar de ser importante. Eu tenho conversado com muitos colegas sobre esses dois suportes: o digital e o físico. Eles são complementares. Portanto, um não vai derrubar o outro”.”

Sobre Dalmo Dallari, Maria Paula observou que era uma voz dos juristas democratas, com um papel muito grande no convencimento da importância da Assembleia Constituinte, principalmente no convencimento de que ela viria para mudar o papel do País, recolocando a Nação no trilho da cidadania, depois de vencido o período horroroso do Regime de Exceção. “Junto com juristas como Jose Afonso da Silva, que fez seu centenário há pouco tempo, e Fábio Konder Comparato, meu pai ajudou a formar uma geração de vocação democrática, da constituição de 1988, com a garantia de que o povo podia seguir nessa trilha”, disse.

Por fim, ressaltou que ser parte da comunidade franciscana, da Faculdade de Direito da USP, é um privilégio e uma responsabilidade. “A gente está em uma instituição que forma lideranças no pensamento brasileiro, lideranças da comunidade jurídica. E devemos ter a responsabilidade de saber que temos acesso aos meios tão importantes, como a Biblioteca, para transformar esse país, para melhor”.”

 

Assista, reverbere: https://youtu.be/DC0EneIS7NA

 

#fdusp #direitousp #biblioteca #bicentenario #200anos

 

Criada em 1825, como primeira Biblioteca Pública Oficial da Província de São Paulo, foi incorporada à Academia de Direito de São Paulo quando da sua criação em 1827. Desde então, vem mantendo sua vocação de biblioteca pública, pois atende a todos, independentemente de seu vínculo com a universidade. Quem quiser pode utilizá-la para consulta, pesquisa ou como local de estudo.

Foi inaugurada nos fundos do convento dos franciscanos, à época o maior prédio da província de pouco mais de 10 mil habitantes, dois anos antes da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.

Contava com cerca de 5.000 livros, provenientes de bibliotecas particulares de bispos. Era um acervo considerável para o período, o que ajudou a convencer o imperador dom Pedro 1º a escolher São Paulo para sediar a faculdade, simultaneamente à de Olinda (PE), com a criação dos Cursos Jurídicos, por decreto em 11 de agosto de 1827.

Atualmente, tem acervo de mais 500 mil itens e figura entre os cinco maiores da Universidade de São Paulo. Sua coleção de obras raras e especiais é a maior da universidade, com aproximadamente 6.500 itens, que abrangem do século XVI ao século XVIII e muitas obras do século XIX.

Para ampliar o acervo teve, ao longo do tempo, o recebimento de doações. Muitas editoras, particularmente as nacionais e mais ainda as editoras que surgiram no mercado com o advento dos inúmeros cursos jurídicos criados, encaminham doações de títulos dos respectivos catálogos em exemplares.

Também conta com doações individuais de escritos, de seus professores e juristas; muitos enviam bibliotecas pessoais completas.

Tem como finalidade o apoio às atividades de ensino, pesquisa e extensão da Faculdade de Direito da USP, desenvolvendo um trabalho de atendimento aos usuários, alunos, professores, funcionários e à comunidade em geral. Atualmente tem Serviço de Atendimento ao Usuario (SAU), Serviço de Automação, Aquisição e Periódicos (SAAP), Serviço de Indexação, Produção Docente e Publicações (SIPP) e Serviço de Processos Técnicos (SPT).

Além do vasto e diversificado acervo impresso disponível para pesquisa, abriga também o acervo de periódicos e livros eletrônicos voltados para área jurídica, disponíveis, onde são possíveis localizar textos jurídicos.

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