A FACULDADE
GRADUAÇÃO
PÓS-GRADUAÇÃO
CULTURA E EXTENSÃO
PESQUISA
COOPERAÇÃO ACADÊMICA
DOCENTES
NOTÍCIAS
REVISTAS
OUVIDORIA
FALE CONOSCO
INTRANET
DEPARTAMENTOS
BIBLIOTECA
A FACULDADE
HISTÓRIA
FDUSP. 200 ANOS DE HISTÓRIA, PROJETANDO O FUTURO
ORGANIZAÇÃO
SER FRANCISCANO
DIVERSIDADE
MUSEU E ARQUIVOS
MAPA DA FACULDADE
GALERIA DE IMAGENS
LEGISLAÇÃO
COMUNICADOS/PORTARIAS
LICITAÇÕES
VESTIBULAR
EDITAIS
GRADUAÇÃO
A COMISSÃO
NOTÍCIAS
DOCENTES
GRADE HORÁRIA
MAPA DE PROVAS
TCC
ESTÁGIOS
DIPLOMAS ESTRANGEIROS
EDITAIS
FORMULÁRIOS
LEGISLAÇÃO
PÓS-GRADUAÇÃO
PÁGINA INICIAL
CALENDÁRIO
DISCIPLINAS CREDENCIADAS
LINHAS DE PESQUISA
PROJETOS DE PESQUISA
CULTURA E EXTENSÃO
A COMISSÃO
NOTÍCIAS
CURSOS
ATIVIDADES ACADÊMICAS
COMPLEMENTARES
FORMULÁRIOS
LEGISLAÇÃO
PESQUISA
A COMISSÃO
NOTÍCIAS
INICIAÇÃO CIENTÍFICA
GRUPOS DE PESQUISA
PÓS-DOUTORADO
LEGISLAÇÃO
COOPERAÇÃO ACADÊMICA
CCinN-FD - A Comissão
NOTÍCIAS
BOLSAS
CONVÊNIOS
PITES
CÁTEDRA UNESCO
LEGISLAÇÃO
DOCENTES
EM ATIVIDADE
SENIORES
EMÉRITOS
APOSENTADOS
GALERIA DE PROFESSORAS
Especiais
Especiais

Faculdade de Direito apoia movimento por mais mulheres na política

Evento reuniu autoridades e representantes da sociedade civil; dentre as quais, a presidente do STM

 

A Faculdade de Direito da USP abrigou (13/08) o lançamento em São Paulo da Plataforma Digital para coleta de assinaturas ao Projeto de Lei do Movimento Mais Mulheres na Política. O objetivo é contar com apoio popular à iniciativa que reserva 50% das cadeiras do Poder Legislativo brasileiro para mulheres, com 25% do total de vagas destinado às mulheres negras. Os organismos envolvidos buscam recolher 1,7 milhão de assinaturas para enviar o texto ao Congresso Nacional.

O evento reuniu dirigentes dos movimentos, parlamentares, representantes da sociedade civil. Participaram a Diretora da FDUSP, Ana Elisa Bechara, a presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministra Maria Elizabeth Rocha. Vera Lúcia Taberti, conselheira do Conselho Superior do Ministério Público; Rita Lara, presidente do CA XI de Agosto; a coordenadora geral do movimento projeto de lei Mais mulheres na política, Ana Maria Lorena Campos; Stephanie Ramos do movimento Mulheres Negras decidem, entre outras autoridades.

Tanto Ana Elisa quanto a ministra Elizabeth se colocaram à disposição para a coleta de assinaturas. Assine https://www.stm.jus.br/institucional/observatorio-pro-equidade/movimento-mais-mulheres-na-politica

Para ser encaminhada à apreciação do Congresso Nacional, a proposta precisa reunir mais de 1,5 milhão de assinaturas de eleitores brasileiros. Elizabeth Rocha afirmou que a participação do STM na campanha representa uma forma de o Estado cumprir compromissos constitucionais e enfrentar desigualdades históricas.

“É obrigação do Estado, de todas as suas instituições, Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, concretizar promessas constitucionais, concretizar direitos fundamentais que vêm sendo postergados há tantos anos”, assinalou. Para ela, a dívida histórica do Brasil com as mulheres exige ações concretas voltadas à construção de uma sociedade mais igualitária.

Ana Elisa destacou a importância de as instituições unirem vozes na direção de igualdades, para fazer a diferença no País. “Atingir a finalidade de mais mulheres na política, é pensar numa democracia de verdade. Mas não dá para falar em democracia sem equidade de gênero”, disse.

A diretora acentuou a necessidade de formar uma massa crítica que possa levar à visibilização e discussão de vários problemas, sobre vários temas, que ficam invisíveis. “Não porque os homens não façam direito, mas porque faltam vozes, femininas e falta o trabalho conjunto, coletivo”.”

Entre alguns das estatísticas apresentadas, números da ONU mostram a triste realidade de o Brasil aparecer na 133ª posição entre 183 países em ranking internacional de representação feminina parlamentar. Além disso, figura entre os últimos colocados na América Latina e no Caribe.

Para Rita Lara, cada fala e conversas sobre o tema fazem diferença. “Essa iniciativa tão incrível sobre a importância de em quem votar, é uma questão essencial”.”

A coordenadora-geral do movimento Ana Campos contou um pouco sobre a inciativa, ressaltando que os primeiros passos foram dados em 2019. “A frase que a gente mais ouvia era ‘espera’”. lembrou.

Stephanie acentuou que é importante falar sobre mais mulheres na política. “São essenciais as conversas para que a gente consiga fazer a diferença e que a sociedade ajude a mudar o Brasil”, disse.

 

A transmissão completa por ser conferida em https://www.youtube.com/watch?v=7lhvRUGw5qY

 

Assine. Participe: https://www.stm.jus.br/institucional/observatorio-pro-equidade/movimento-mais-mulheres-na-politica

 

#fdusp #direitousp #maismulheresnapolitica

NOTÍCIAS RELACIONADAS
Faculdade de Direito - Universidade de São Paulo
Largo São Francisco, 95
São Paulo-SP
01005-010
+55 11 3111.4000