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Um espaço revitalizado, mais inclusivo, com a contribuição de diversas vozes da comunidade, pautou audiência pública sobre requalificação do Largo São Francisco

Representantes da sociedade, de instituições, da diretoria da FDUSP, da Associação dos Antigos Alunos, Prefeitura e SP Urbanismo participaram dos debates

 

Edição: Kaco Bovi

 

Imagine um Largo São Francisco com um projeto urbanístico voltado para atender às demandas de quem circula diariamente pela região, com segurança para população e excelente mobilidade. Essa proposta está na revitalização do Largo, apresentada pela Faculdade de Direito da USP e pela Associação dos Antigos Alunos e encampada pela São Paulo Urbanismo e pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento.

Para debater o tema com a população e instituições representantes da sociedade foi organizada audiência pública no Salão Nobre da FDUSP, com o objetivo de colher contribuições complementares aos estudos técnicos desenvolvidos com diretrizes e soluções para futuras intervenções no Largo e em seu entorno. Na ocasião foram apresentados os resultados da consulta pública online, onde foram registradas percepções de usuários da região e de instituições sobre os desafios e potencialidades do local.

Para a diretora eleita da FDUSP, Ana Elisa Bechara, a proposta de revitalização do Largo São Francisco materializa o compromisso histórico e urbanístico da Faculdade com o Centro. “Nesse sentido, não só manifestamos nosso interesse pela renovação do Largo, como nos dispusemos a sediar esse importante processo de participação social. A partir da reunião e articulação das diversas contribuições recebidas durante a consulta pública e a audiência pública, nossa ideia é contribuir com a cidade de São Paulo por meio da doação de um projeto, que seja o resultado da articulação das diversas vozes que compõem a comunidade”, disse.

A docente reforçou que o objetivo maior é caminhar para a requalificação do espaço público, tornando-o mais inclusivo e integrado, como espaço de permanência, principalmente neste momento que se avizinham as comemorações do bicentenário da FDUSP.

A secretária municipal de Urbanismo e Licenciamento, Elisabete França, assinalou que a prefeitura tem feito várias ações de recuperação de áreas ou de urbanização de espaços importantes e que Largo não poderia ficar de fora. Falou da requalificação dos calçadões, entre outras medidas.

O secretário municipal de Subprefeituras, Fabricio Cobra Arbex, relatou que a transformação do Centro já é visível por algumas ações que estão sendo tomadas, como as requalificações. “Projetos como esse, a requalificação do Largo, do Parque dom Pedro, a sede do governo, as ruas temáticas, a reabertura do comércio, com a retomada do emprego, são ações em todas as áreas que ajudam na reestruturação do Centro.

Coube ao presidente da SP-Urbanismo, Pedro Fernandes, falar do projeto elaborado a partir da coleta de resultados da consulta pública online. Observou o papel exercido pela diretoria da FDUSP e pela Associação dos Antigos Alunos, por meio do presidente Rui Caminha, pelo esforço coletivo de transformar não só a imagem e ação da faculdade, mas também do Centro de São Paulo. “Essas iniciativas estão aderentes aos processos de transformar cada vez mais o Centro em um espaço de permanência de pessoas. Isso passa pelo fomento de mais pessoas morando no Centro”, disse.

De acordo com ele, os estudos apontam para a necessidade de integração da Faculdade com o entorno do ponto de vista do pedestre, com mais espaço de permanência, mais mobiliário urbano, mais segurança. “Todos esses detalhes compuseram a versão do anteprojeto que faz parte do Bicentenário da Faculdade de Direito”.”

Rui Caminha fez um relato sobre a criação dos Cursos Jurídicos e, consequentemente, da Faculdade, para relatar a história e reforçar que o projeto de requalificação do Largo é uma ideia que surge a partir da Faculdade e da Associação como uma forma de devolução para a sociedade e para o Centro de São Paulo. “É uma oportunidade que a gente tem de ter uma faculdade voltada para a cidade. E quem sabe irmos além, criando um campus universitário”, disse. E acrescentou: “Esse é apenas um conceito que está sendo apresentado. A partir daqui construiremos juntos um Largo São Francisco para os 200 anos e um espaço melhor para nossa cidade”.”

Durante as falas, muitas foram as sugestões apresentadas, desde a reformulação dos espaços, como as memórias de todo o povo que contribuiu para o crescimento e desenvolvimento da região central. Entre representantes da população e de instituições, como a Associação Comercial de São Paulo, também tiveram fala Rita Lara, presidente do Centro Acadêmico XI de Agosto, representando a comunidade estudantil; Frei David, pela comunidade Franciscana de onde tudo surgiu; e demais.

Ao encerrar os trabalhos, Ana Elisa ressaltou que foi uma noite de muito aprendizado, com uma construção conjunta e diversa, destacando a importância do diálogo. Ela reforçou que a Faculdade tem cerca de 2.500 alunos somente na Graduação e que a atual diretoria tem trabalhado muito, não apenas em políticas de permanência em todos os níveis, mas também diversas ações para valorização da diversidade. “A partir das provocações aqui, muito importantes, sobre a necessidade da moradia no Centro. No caso da Faculdade, a gente pensa na moradia dos alunos, pertencentes a esses grupos socioeconomicamente vulneráveis. Um dos projetos da faculdade, inclusive, é aproveitar um dos nossos prédios, para torná-lo uma moradia estudantil mais digna para nossos alunos”, ponderou.

Ela destacou ainda a preocupação comum entre todos os participantes no sentido de conversar nessa primeira etapa, com a apresentação das contribuições durante a consulta pública. “Consulta que foi muito produtiva”, afirmou.

 

As propostas e debates podem ser conferidas no Canal do YouTube: https://www.youtube.com/live/trOdI3Ke-jM

 

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