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Projeto Memórias

Os passos do professor José Eduardo Faria, do aluno à docência, estão no Projeto Memórias

Faria conta parte de sua história em entrevista aos professores Celso Campilongo e Ronaldo Porto Macedo Jr.

 

É difícil passar pelos corredores da Faculdade de Direito da USP sem identificar um dos principais professores nos últimos anos, com legado enorme de alunos que formou, seja na Graduação, seja na Pós-Graduação. José Eduardo Faria, jurista, sociólogo, filósofo, tem dedicação extensa ao ensino jurídico brasileiro e uma paixão pela Academia desde o tempo que ingressou, menino, para os estudos de Direito e de Filosofia, simultaneamente.

Nunca mais saiu. Hoje, o professor Sênior continua a dar aulas na Pós, a orientar e a examinar os candidatos ao Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado.

Um pouco dessa história é contada no Projeto Memórias, uma parceria entre a Fundação Arcadas e a Faculdade de Direito da USP, que busca preservar a história da Instituição por meio do depoimento de seus professores sêniores.

E nada melhor do que ser entrevistado por docentes que foram por ele orientados. Celso Campilongo, diretor da FDUSP, e o professor Ronaldo Porto Macedo Jr., ambos do mesmo departamento (Filosofia e Teoria Geral do Direito) conversaram com Faria sobre o período de estudante e sua dedicação para formar juristas e professores, navegando pela Sociologia, chegando aos desafios atuais.

Contou que chegou ao Largo São Francisco, onde ingressou em 1968, por influência dos pais e parentes. “Meu pai foi professor desta casa, um dos últimos professores catedráticos; depois eles foram substituídos pelos professores titulares. “Também sou sobrinho neto de um ex-diretor desta faculdade, professor Sebastião Soares de Faria e que antecipou a o seu período como diretor porque assumiu a reitoria da USP, logo em seguida”.”

Assim que ingressou na Faculdade, também entrou no Grupo Estado de Jornais, onde foi repórter no Estadão e no Jornal da Tarde.

Do período de aluno ressalta que o diálogo com os professores era muito vazio. Falou do período da Faculdade de Filosofia, especificando o conflito com o Mackenzie.

Da repressão imposta aos alunos pela Ditadura Militar e mostrou diversas fotos para representar à época difícil que passavam os que lutavam contra o regime. “Vejam tem a PM tentando fazer a repressão aos alunos com o apoio do Mackenzie, tentando fazer a repressão aos professores e alunos da faculdade de filosofia”, apontou.

Destacou ainda os professores com os quais conviveu, como Dalmo de Abreu Dallari, Goffredo da Silva Telles e Manoel Gonçalves Ferreira Filho. Abordou o tempo de Fapesp e, fora da Academia, o período como advogado do Banco Itaú.

Um de seus cuidados sempre foi oferecer uma formação adequada aos futuros operadores do Direito. Por isso, uma preocupação que demonstrou com a Advocacia.

Entre os livros publicados, um dos mais recentes “Direito, autoritarismo e mudança socioeconômica”, passa por diversos outros, como “Sociologia Jurídica: crise do direito e práxis política” e “Poder e legitimidade”.

 

Assista. Reverbere: https://youtu.be/jIGlP-gSyq8

 

#fdusp #direitousp #filosofia #direito

 

Projeto Memórias

O Projeto Memórias foi concebido em 2024 como uma parceria entre a Faculdade de Direito da USP e a Fundação Arcadas visando a preservar visualmente a história da Instituição por meio do depoimento de seus professores sêniores, que ajudaram no passado recente a alicerçar seu destaque no cenário jurídico-acadêmico, o que ocorre ao longo de quase dois séculos. O Projeto buscou também preservar certo grau de intergeracionalidade por intermédio dos entrevistadores, predominantemente docentes que hoje se encontram em plena atividade acadêmica.

O foco é conhecer melhor a relação de cada um desses docentes com a Faculdade, seja enquanto aluno, caso tenha sido, seja como professor de destaque dos cursos de Graduação e Pós-Graduação ministrados, e como gestor da Instituição, se isso tiver ocorrido. Por meio de seu depoimento busca-se identificar como era o ambiente acadêmico de sua época de aluno ou de docente, seus relacionamentos com os demais componentes da Faculdade, alunos, servidores e demais professores, e as relações pessoais daí decorrentes.

Os depoimentos dos docentes permitirão que a sociedade conheça um pouco mais da história recente desta Faculdade, que possui o destaque ímpar de ter tido dentre seus alunos 13 presidentes da República, o que é um legado à história brasileira. Além disso, muitas das teorias jurídicas disseminadas no Brasil tiveram sua gênese nesta vetusta Academia, várias delas criadas ou veiculadas pelos docentes que fazem parte do Projeto.

Por meio desta iniciativa, a Diretoria da Faculdade de Direito e a Diretoria da Fundação Arcadas buscam recuperar e preservar parte da recente memória jurídico-acadêmica nacional.

 

Diretoria da FDUSP

Celso Campilongo

Ana Elisa Bechara

 

Diretor-Executivo da Fundação Arcadas

Fernando Facury Scaff

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